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TERCEIRA IDADE EM PORTUGAL CONTACTAM MAIS COM AMIGOS


Estudo destaca Portugal como um dos países europeus em que os idosos contactam mais com amigos
Portugal encontra-se entre os cinco países europeus em que os idosos têm mais contactos com amigos, segundo o estudo "Envelhecimento da População Portuguesa: dependência, ativação e qualidade", do Conselho Económico Social (CES).

Com o aumento da idade, é também maior a percentagem de pessoas que não têm relações de amizade por vários motivos, como morte dos amigos e dificuldade de os substituir ou encontrar novas amizades.

"Em cerca de metade dos países europeus, uma em cada 10 pessoas com 65 e mais anos não têm qualquer ligação com amigos, nem pessoalmente nem por qualquer outra forma de contacto", diz o estudo, que será apresentado, na quarta-feira, no seminário do CES "Envelhecimento da população: consequências económicas, sociais e organizacionais".

Porém, a família e parentes desempenham um papel maior na prevenção do isolamento nas idades mais avançadas.

Portugal encontra-se "numa situação confortável em relação à maioria dos restantes países da Europa, na medida em apenas cerca de dois por cento da população de 65 e mais anos não tem contacto com amigos", refere o estudo, que cita dados do Eurostat relativos a 2010.

Figura ainda entre os cinco países com maiores relações de amizade para o grupo etário de 65 e mais anos, embora acima dos outros grupos etários.

Analisando o isolamento dos idosos e o facto de não obterem qualquer ajuda, o estudo constatou que este indicador não é agravado pela questão da idade, sobretudo se se comparar com o indicador da relação com os amigos.

Em relação a Portugal, a idade não afeta grandemente a existência de ajuda, encontrando-se, a nível dos países membros da UE, em terceiro lugar, "o que mostra a existência e a importância de redes informais de solidariedade (familiares, amigos e vizinhos).

Contudo, a situação de idosos a viverem sós, em Portugal, "não é homogénea em todo o território, apresentando diferenças significativas".

Citando dados do Censos 2011, a análise refere que cerca de 1,2 milhões de pessoas com mais de 65 anos viviam sós e perto de 800 mil viviam com outra pessoa idosa.

No Continente, é na região de Lisboa onde se encontram mais idosos a viverem sós (22,3%), seguindo-se o Alentejo (21,9%) e o Algarve (20,7%).

Quanto aos idosos que vivem exclusivamente com outros idosos, a região do Alentejo é aquela onde a percentagem é maior (43,5%), seguindo-se a Região Centro (42,9%) e a Região do Algarve (41,2%), indica o estudo, encomendado pelo CES à Universidade Católica Portuguesa e cofinanciado pelo Programa Operacional Assistência Técnica do Fundo Social Europeu (POAT-FSE).

O estudo refere ainda que, na União Europeia, a média dos entrevistados que discordam de os idosos constituírem um fardo para a sociedade eleva-se a 85%, variando entre 66% na Lituânia e 95% nos Países Baixos. Em Portugal situa-se nos 88%.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=661003&tm=8&layout=121&visual=49

OS 10 MANDAMENTOS DA TERCEIRA IDADE

1º – Não se aposente da vida para se tornar a praga da Família. A vida é atividade e o verdadeiro elixir da eterna juventude é o dinamismo. Não despreze as ocupações enquanto tiver energia para as lutas cotidianas.

2º – Seja independente e preserve a sua liberdade mesmo que seja dentro de um quartinho.Quem renuncia ao próprio lar, obriga-se a andar na ponta dos pés para evitar atritos com noras, genros, netos e outros parentes.

3º – Mantenha o governo da sua própria bolsa. Ajude os seus filhos financeiramente, na medida das suas posses; reserve uma parte para emergências e lembre-se que um filho ambicioso pode ser mais temível que um inimigo.

4º – Cultive a arte da amizade como se fosse uma planta rara, cercando os familiares de cuidados, como se fossem flores. Se a sua memória estiver falhando, anote numa agenda sentimental as datas mais importantes das suas vidas e compartilhe com eles a alegria de estar presente.

5º – Cuide da sua aparência e seja o mais atraente possível. Não seja um daqueles velhos relaxados, que exibem caspa na gola do paletó e manchas de gordura na roupa que revelam o cardápio da semana. Nunca despreze o uso de água e sabão.

6º – Seja cordial com os seus vizinhos. Evite implicar-se com o latido do cachorro, o miado do gato, o lixo fedorento na calçada ou o volume do rádio. Um bom vizinho é sempre um tesouro, especialmente se os parentes morarem distantes.

7º – Cuidado com o nariz e não se intrometa na vida dos filhos adultos. Eles são seres com cérebro, coração, vontade e contam com muitos anos para cometerem oa seus próprios erros.

8º – Fuja do vício mais comum da velhice, que é a “presunção”. A longa vida pode não lhe ter trazido sabedoria. Há muitos que chegam ao fim da jornada tão ignorantes como no início dela. Deixe que a “humildade” seja a sua marca mais forte.

9º – Os cabelos brancos não lhe dão o privilégio de ser ranzinza e inconveniente. Lembre-se que toda paciência tem limite e que não há nada mais desagradável do que alguém desejar a sua morte.

10º – Não seja repetitivo, contando a mesma história três, quatro, cinco vezes. Quem olha só para o passado, tropeça no presente e não vê a passagem para o futuro.

(Adaptação de “Compreendendo Melhor Como Viver a Terceira Idade, na Opinião da Terceira Idade”, do Dr. Conceil Corrêa da Silva)



http://www.aterceiraidade.com/curiosidades/10-mandamentos-terceira-idade/

USP OFERECE MAIS DE 4 MIL VAGAS EM CURSOS PARA A TERCEIRA IDADE

Cursos nas áreas de engenharia, artes e saúde estão entre as atividades gratuitas oferecidas pelo programa Universidade Aberta à Terceira Idade no segundo semestre

São Paulo, 18 de julho de 2013 – A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP acaba de lançar o novo catálogo do programa Universidade Aberta à Terceira Idade, que traz informações sobre as atividades oferecidas pela Universidade de São Paulo à terceira idade no segundo semestre de 2013. Os idosos podem participar de disciplinas dos cursos de graduação e de atividades físicas e culturais que acontecem nos campi da USP nas cidades de São Paulo, Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto e São Carlos. O catálogo está disponível para download gratuito no site:www.prceu.usp.br.

A publicação traz a relação completa dos cursos que serão oferecidos, bem como informações sobre o número de vagas, a existência de pré-requisitos e instruções para inscrição. Neste segundo semestre, o programa disponibiliza um total de 4.488 vagas em 480 atividades para a terceira idade, número 30% maior do que no primeiro semestre deste ano, 322. História da Arte, Música Popular Brasileira, Literatura Japonesa, Princípios de Administração, Economia, Introdução à Astronomia, Noções de Estatística e Educação Física na Terceira Idade são alguns exemplos de disciplinas que os idosos poderão cursar junto com os alunos de graduação da USP. Para esses cursos, as inscrições têm início no dia 29 de julho e seguem até o dia 9 de agosto.

Há ainda atividades específicas voltadas para a terceira idade: por exemplo, em São Paulo, a Faculdade de Medicina da USP promove durante todo o semestre um ciclo de palestras sobre cuidados com a saúde e envelhecimento; financiamento bancário para idosos e previdência são alguns dos temas em debate na Faculdade de Economia e Administração. No interior do estado, os idosos podem participar de oficinas de artesanato, pintura e dança em Bauru; cursos de inglês, dança e informática em Lorena; noções de direito, vôlei e ioga em Ribeirão Preto e aulas de canto, viola caipira, artes marciais e ginástica laboral em Pirassununga.

Tendo escolhido o curso, é importante que o idoso siga as informações de data, horário e local de inscrição em que é oferecida a atividade, pois as vagas são limitadas. As atividades são todas gratuitas e para participar, é preciso ter no mínimo 60 anos e cumprir as exigências das disciplinas. Os alunos do programa Universidade Aberta à Terceira Idade têm direito a um comprovante de participação, emitido pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP.

Em 20 anos de Universidade Aberta à Terceira Idade, mais de 100 mil alunos já passaram pela Universidade de São Paulo. O objetivo é promover conhecimento nas áreas de interesse dos idosos e, ao mesmo tempo, estimular a troca de saberes entre as gerações. Os interessados em participar do programa devem fazer download do catálogo no site: http://www.prceu.usp.br. Os idosos também podem retirar um exemplar da publicação, gratuitamente, a partir do dia 29 de julho em um dos seguintes locais:

São Paulo – Campus da Capital

Centro de Informações da USP, Praça Professor Reinaldo Porchat, 110, Cidade Universitária, Butantã (próximo à Portaria 1) | telefone: (11) 3091-3121

São Paulo – USP Leste

Escola de Artes, Ciências e Humanidades, Secretaria da Comissão de Cultura e Extensão, Rua Arlindo Bettio, 1000, Ermelino Matarazzo | telefone: (11) 3091-1016

Bauru

Centro Cultural do Campus USP de Bauru, Alameda Dr. Octávio Pinheiro Brisolla, 9-75, Vila Universitária | telefone: (14) 3235-8394

Lorena

Escola de Engenharia de Lorena, Comissão de Cultura e Extensão Universitária (CCEx)

Estrada Municipal do Campinho, s/n, Campinho | telefone: (12) 3159-5151

Piracicaba

Prefeitura do Campus USP, Divisão de Atendimento à Comunidade, Avenida Pádua Dias, 11

Agronomia | telefone: (19) 3429-4161

Pirassununga


Prefeitura do Campus USP, Seção de Atividades Culturais, Avenida Duque de

Caxias Norte, 225, Jardim Elite | telefone: (19) 3565-4103

Ribeirão Preto

Centro de Visitantes, Seção de Atividades Culturais, Av. Bandeirantes, 3.900 - Bairro Monte Alegre| (16) 3602-3510

São Carlos

Centro de Educação Física, Esporte e Recreação (CEFER), Avenida Trabalhador

São-Carlense, 400, Centro | (16) 3373-9107

Informações sobre o programa Universidade Aberta à Terceira Idade pelo telefone (11) 3091-9183 ou pelo e-mail: usp3idad@usp.br.

Informações para a imprensa com Verônica Cristo, do Serviço de Produção Editorial da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, pelo telefone (11) 3091-3250 ou pelo e-mail veronica.cristo@usp.br.

MINI SÉRIE SOBRE A TERCEIRA IDADE - REDE GLOBO

Ney Latorraca e Tarcísio Meira em "O Beijo do Vampiro", de 2002
Rede Globo prepara série sobre geração de artistas da terceira idade


A série "Os Experientes" deve começar a ser gravada em julho pela O2 Filmes e vai retratar os artistas que colecionam algumas décadas de carreira

Os artistas da ‘melhor idade’ vão ganhar uma série sobre suas carreiras e vasta experiência televisiva. A série "Os Experientes" deve começar a ser gravada em julho pela O2 Filmes.
De acordo com informações da Folha de São Paulo, a produtora ainda está montando o elenco da comédia, que deve ir ao ar no final do ano pela Globo.

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RESIDENCIAIS PARA A TERCEIRA IDADE


Você acorda cedo e o café da manhã está ao lado de sua cama. Desce as escadas e pode escolher entre participar de alguma atividade, jogar cartas ou ler um livro na biblioteca. Depois pode dar uma passada na academia, fazer hidroginástica, sair para um passeio ou participar de aulas de canto. Depois do almoço, que lhe espera pronto em seu quarto, talvez uma sessão de cinema, que fica no andar térreo. Ou simplesmente caminhar pelos jardins e dar comida aos patos, se o bucólico lhe atrai.
Parece a descrição de férias em um hotel caro, mas é a rotina de idosos que pagam até R$ 10 mil por mês para morar em residenciais construídos especialmente para pessoas acima de 60 anos.
Na opinião da psicanalista Angela Mucida, autora do livro "O sujeito não envelhece - Psicanálise e velhice" (editora Autêntica), o modelo atual de residenciais faz sentido no casos de pessoas que têm problemas e deficiências, como Alzheimer e locomoção reduzida, já que a família não é capaz de tomar conta destas pessoas adequadamente.
Ela critica, porém, que pessoas em plenas condições vivam em comunidades só para idosos. "É um sistema que segrega. O ideal para o idoso é conviver com várias gerações e não ficar acomodado. Mas muitas vezes a família pressiona e ele mesmo considera que está dando trabalho e acaba pedindo para ir morar nestes lugares", diz.
A maioria dos moradores destes locais, porém, está disposta a limitar sua convivência em troca dos benefícios oferecidos.

LÁ NO HOTEL

Localizado em Alphaville, bairro nobre de Barueri, cidade da Grande São Paulo, o hotel Solar Ville Garaude tem todas os seus 54 quartos ocupados. Há uma lista de espera para os dispostos a pagar uma mensalidade de R$ 5.900. Com atividades diárias e espaços de convivência, o hotel tem uma proposta de integração dos moradores.
Mas há quem prefira viver uma vida mais reservada, como a artista plástica Rosita Nialie, 80, que via TV enquanto outros moradores participavam de uma gincana. "Fiz colégio interno no Mackenzie e essas brincadeiras me lembram de lá. Não quero voltar à infância", diz.
Há um ano e meio no Solar, conta que a principal vantagem do lugar, além da companhia, é a comodidade. "Eu durmo, como e durmo."
Já Maria Heloísa Gonzaga Novais Assunção, 62, há quatro anos e meio no local, faz questão de participar das atividades e diz que não pretende sair do Solar. "Aqui você não se sente mais um", diz.
Críticas, só a quem usa a idade como limitação. "Odeio quando alguém vem reclamar que não tem o que fazer. Não tem, arruma! Mas tem gente que é assim mesmo, vive só para comer e dormir."
No Solar, como em outros residenciais, são as mulheres que dominam. Elas representam mais de 80% dos moradores. De acordo com os funcionários, isso acontece por causa da maior expectativa de vida das mulheres, de sete anos a mais que os homens, em média.

VIDA NA VILA

No Lar Recanto Feliz, no Butantã (zona oeste de São Paulo), os moradores podem escolher entre morar em casas ou apartamentos, em um espaço que lembra um condomínio fechado.
Com 28.000 m², área maior que a praça dos Três Poderes, em Brasília, o residencial oferece serviços que incluem limpeza das residências, acompanhamento médico 24 horas e atividades diárias.
Josefina Boralli, 72, foi ao Recanto Feliz para passar apenas alguns meses, mas mudou de opinião. "Agora eu tenho certeza de que vou passar o resto da minha vida aqui", diz. Assim como no Solar, a praticidade e a comodidade são sempre lembradas. "É muito gostoso, a gente não precisa nem limpar a casa."
O seu semblante só muda quando lembra dos vizinhos que se foram. "É a parte triste né, mas a gente tem que se conformar."
Judith Baroni, 82, mora no Recanto há 14 anos. "Quando eu cheguei, a casa em que moro estava caindo aos pedaços. Eu reformei por sete meses e me apaixonei por aqui", diz.
Recentemente, resolveu aprender a mexer na internet e criou um e-mail. "Era tanta porcaria que vinha! Depois dessa experiência eu desisti. Quero é paz, sossego e sair passeando por aí", disse, continuando sua caminhada.

DE VOLTA AO LAR

Mais próximo do padrão clássico de residencial, o Lar Sant´Ana, localizado no bairro de Pinheiros (zona oeste de São Paulo), tem 115 hóspedes que pagam entre R$ 6 mil e R$ 10 mil ao mês para contar com uma equipe que inclui nutricionista, fisioterapeuta e psicólogo.
Segundo Maria José Zocal Pereira dos Santos, 50, gestora da unidade, os preços variam pelo tamanho do apartamento, mas os serviços são os mesmos.
Dentre os moradores, John Keith Handy, 78, é um dos poucos homens do local. Para ele, o lado bom do residencial são as atividades e o tempo livre. "Como eu não tenho que me preocupar com nada, leio bastante. Leio muito jornal, sou um grande jornalista", diz, rindo.
Se no caso de Handy a escolha foi feita junto à família, no caso de Yeda Ribeiro de Souza, 81, nutricionista aposentada, foi diferente. "Eu passei mal, desmaiei e, quando acordei, estava aqui", diz.
Embora tenha sido difícil no começo para ela, conta que acabou se acostumando com a rotina. "Quando eu penso em tudo que eu tinha de trabalho em casa, acho que estou mais sossegada aqui, com minhas palavras cruzadas."

MARCELO SOUZA ALMEIDA participou da 52ª turma do programa de treinamento em jornalismo diário da Folha, que foi patrocinado pela Philip Morris Brasil, pela Odebrecht e pela Syngenta.


SUPERAÇÃO NA TERCEIRA IDADE

Conheça a história da Célia, ela é um exemplo de que, para realizar um sonho,
não há limite de idade. Ela prestou vestibular aos 62 anos e está cursando a faculdade de direito
WWW.TERCEIRAIDADE.TV

Somos imensos diante de nossas limitações e ao mesmo tempo pequenos diante de nossa grandiosidade. Há pessoas que justificam seu desinteresse, criando uma incapacidade física, mental e profissional. Usam argumentos para justificar que não conseguiram algo(que nem tentaram fazer). E justamente por isso, porque não tentaram fazer, é que não o conseguiram, ou estão distantes de o conseguirem.

Algumas pessoas fazem comparações, tais como: “bom, pelo menos fui melhor que fulano” ou ainda, “mas beltrano é pior que eu”. Essas pessoas jamais argumentam algo como “não consegui o resultado desejado porque não tive coragem de seguir” ou “eu tenho certeza de que não consegui porque não tive interesse em testar meus limites”.


A superação não depende de classe social, cor ou educação. Sua superação depende de ter um objetivo em sua vida e acreditar em algo. Superar uma dificuldade não quer dizer que terá todo o sucesso no dia seguinte. Significa alcançar um pequeno sucesso diariamente, uma vitória a cada momento. Precisamos vencer várias dificuldades, e de repente poderemos até ter medo. Devemos ter medo de desistir e não de continuar.
Precisamos ir de encontro ao que acreditamos. É o que fará a grande diferença para sua realização e superação.


Há pessoas da terceira idade fazendo acrobacias com enorme grau de dificuldade e mais perfeitas que muitos adolescentes. Há outras sem os membros inferiores e superiores, que vivem sem depender de ajuda, que trabalham, cozinham, nadam, enfim, têm qualidade de vida melhor do que uma pessoa com o corpo perfeito. Essas pessoas não esperam tudo prontinho em suas mãos.

O ser humano somente comprova sua capacidade quando realmente precisa dela.
A maioria das pessoas buscam problemas onde eles não existem.
Há aqueles que somente controlam suas finanças depois de terem perdido tudo, outros valorizam os entes queridos quando passaram por momentos traumáticos, outros organizam melhor seu tempo quando a falta de tempo foi responsável por prejudicá-los em algo.

Quaisquer que sejam as necessidades de superações, as limitações, na maioria das vezes, são muito mais psíquicas do que reais.
Exija mais de você!
Exija mais tempo para aproveitar a convivência com os familiares, exija mais tempo para realizar sua tão desejada viagem, mais esforço para aprender o idioma que está estudando, mais dedicação no esporte, mais interesse em seu aprendizado.
Exija mais disposição para ser feliz!
Exija, exija e exija!
Seja mais disposto a evoluir e se superar.
Seja mais disposto a entender e acreditar.
Acredite que suas aptidões podem se revelar muito além do que você conhece e teste os limites de sua capacidade física e mental.
Mas teste principalmente os limites de sua capacidade de perseverar!
Seu poder de superação está muito além de seus músculos, bens e recursos financeiros!
Sua maior superação dar-se-á quando acreditar que você realmente é capaz!


Fonte:http://pt.shvoong.com/social-sciences/psychology/