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A TERCEIRA IDADE INVADE A INTERNET

Nilcen Helena Pertinhez Troncoso, 71 anos. Usa internet no laptop e no celular 


Brasileiros a partir de 50 anos de idade tiveram maior crescimento no acesso à web desde 2005, com aumento que chega a 222,3%, aponta estudo do IBGE

O brasileiro está acessando mais a internet. Entre 2005 e 2011, o contingente de pessoas conectadas aumentou 143,8% - enquanto o crescimento dessa população (a partir dos 10 anos de idade) ficou em torno de 9,7%. Os dados constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esse avanço está diretamente ligado à maior qualidade de emprego da população, que ao longo desses seis anos conquistou um rendimento mais alto, de forma geral, em razão de uma melhora do cenário econômico de todo o país”, explica Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

O brasileiro está acessando mais a internet. Entre 2005 e 2011, o contingente de pessoas conectadas aumentou 143,8% - enquanto o crescimento dessa população (a partir dos 10 anos de idade) ficou em torno de 9,7%. Os dados constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esse avanço está diretamente ligado à maior qualidade de emprego da população, que ao longo desses seis anos conquistou um rendimento mais alto, de forma geral, em razão de uma melhora do cenário econômico de todo o país”, explica Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.


Em 2011, 77,7 milhões de pessoas tinham acesso à web, o equivalente a 46,5% da população pesquisada, com 10 anos de idade ou mais. Eram 45,8 milhões de pessoas a mais do que o observado no levantamento de 2005, quando 20,9% da população estavam conectados. Os jovens continuam concentrando o maior número de acessos, principalmente na faixa etária de 15 a 17 anos (74,1%) e de 18 ou 19 anos (71,8%). Houve crescimento em todos os grupos de idade, em geral acima dos 100%, mas a variação foi muito mais representativa no grupo dos 50 anos de idade ou mais: 222,3% no período de seis anos – um incremento de aproximadamente 5,6 milhões de pessoas.

É uma multidão que invade a web com um objetivo principal: aumentar suas relações sociais, segundo um estudo da Universidade de Brasília de 2009. Seja por meio de redes sociais, salas de bate-papo ou blogs com espaço para comentários, o que eles querem é interagir e reduzir a sensação de solidão. Foi esse o motivo que levou a decoradora Nilcen Helena Pertinhez Troncoso, 71 anos, a se conectar pela primeira vez, há cerca de sete anos. Quando viu a filha aceitar um convite para trabalhar na Espanha, percebeu que não poderia depender apenas das ligações para o telefone fixo, que sairiam caras demais. Era fundamental aprender a usar a internet.

“Eu já sabia um pouco, mas precisava aprimorar. Foi minha filha mesmo quem me ensinou, e colocou as principais orientações em um caderno, para que eu consultasse se fosse preciso. Encarei como se fosse um estudo”, lembra. Além de falar com a filha todos os dias pelo Skype, viu que poderia manter contato também com outros parentes que moram no exterior, além de fazer novos amigos. Hoje, não sabe mais o que é ficar desconectada. Tem cerca de 200 amigos no Facebook, é usuária assídua do Whatsapp e consulta seu e-mail a todo momento. “Em casa, prefiro usar o laptop, mas, na rua, meu telefone está sempre comigo. Preciso ter sempre algo por perto para me comunicar”, ressalta.

Para a psicóloga Valéria Lasca, Nilcen se enquadra bem no perfil do brasileiro que chega à terceira idade mais ativo e preocupado com a qualidade de vida. Manter-se conectado também é uma questão de saúde, uma vez que estimula a memória e a cognição, enfatiza. “Muitos também aderem à internet para se aproximar das gerações mais novas, de filhos e netos, e conseguir participar das conversas deles”, diz. Mestre em Gerontologia pela Unicamp e coordenadora do Núcleo de Cursos para Terceira Idade da Faap, Valéria também faz uma ressalva importante: a alta taxa de expectativa de vida, aliada à baixa fecundidade das famílias, permite estimar um crescimento ainda maior desse número no futuro.

Economia - Moradora de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, Nilcen engrossa outro dado da Pnad: a Região Sudeste é a que concentra o maior porcentual de internautas entre as pessoas de 10 anos ou mais de idade, 54,2%. Apenas no Norte e Nordeste o índice fica abaixo dos 50%. Analisando, porém, a série histórica, estas foram as regiões que mais cresceram de 2005 para 2011, período em que a proporção de moradores com acesso à internet mais que triplicou - enquanto dobrou nas demais regiões. “Antes, a internet ficava muito presa ao posto de trabalho. Com a economia aquecida, ela migrou para as casas”, avalia Cimar Azeredo, complementando que, em 2005, dos domicílios que tinham computador, 73,5% acessavam a internet. Em 2011, esse índice foi de 78,7%.


O poder aquisitivo também explica o fato de 60,1% das pessoas que afirmaram ter acesso à web em 2011 estarem empregadas à época. Houve um pequeno avanço entre os não ocupados, mas eles ainda representam apenas 39,9% do total. No ano da pesquisa, cerca de metade dos 93,5 milhões de trabalhadores do país utilizou a internet. Em 2005, esse porcentual era de 22,8%. Na análise por sexo, observou-se as mulheres representam a maioria dos usuários na faixa até os 39 anos. Dos 40 aos 49 anos, o porcentual se iguala e, a partir dos 50 anos, os homens predominam. “Isso reflete um atraso na escolarização e na inserção das mulheres mais velhas no mercado de trabalho”, observa a pesquisa.

Educação - A escolaridade também foi considerada pela Pnad 2011, que destaca que a proporção de usuários de internet fica maior à medida que aumentam também os anos de estudo. O grupo dos sem instrução e com menos de quatro anos de estudo representam 11,8% das pessoas conectadas, enquanto entre aqueles com 15 anos ou mais de estudo, 90,2% acessam a internet. Entre os estudantes da rede pública, o crescimento foi significativo. Em 2005, 24,1% deles eram conectados, em 2011, já eram 65,8%. Na rede particular, o índice que já era alto, atingiu quase a universalidade: de 82,4% para 96,2%.


Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/a-terceira-idade-invade-a-internet









PESQUISA DIZ QUE A MAIORIA DOS IDOSOS NOS EUA JÁ USA INTERNET

A sondagem também mostrou que 69% das pessoas idosas têm telefone celular, contra 57% há dois anos
A unidade de pesquisa sobre a internet do centro Pew indica que 53% dos cidadãos americanos maiores de 65 anos utilizam a internet

Washington - Levou algum tempo, mas a maioria dos americanos de 65 anos ou mais está finalmente utilizando a internet, segundo os resultados de uma pesquisa do Pew Research Center divulgados nesta quarta-feira.

A unidade de pesquisa sobre a internet do centro Pew indica que 53% dos cidadãos americanos maiores de 65 anos utilizam a internet, embora o uso da rede caia de forma significativa entre aqueles com mais de 75 anos.

"Mesmo com estes adultos (maiores de 65 anos) sendo ainda menos propícios do que outros grupos a utilizar a internet, os últimos dados mostram, pela primeira vez, que a metade das pessoas mais velhas usa a rede", indicou o instituto.
"Depois de vários anos de pouco crescimento neste grupo, este aumento é significativo", afirmou, apesar de as cifras estarem muito abaixo dos 97% do uso de internet no grupo de entre 18 e 29 anos.
Pesquisas anteriores do Pew haviam situado em cerca de 40% o uso da internet entre pessoas com idades acima de 65 anos durante os últimos quatro anos.
A sondagem também mostrou que 69% das pessoas idosas têm telefone celular, contra 57% há dois anos, enquanto que um em cada três maiores de idade usa redes sociais, como o Facebook ou o Twitter.
A pesquisa do Pew, publicada em seu site www.pewinternet.org foi realizada entre os dias 13 de abril e 15 de maio com 2.254 pessoas nos Estados Unidos, com uma margem de erro de menos 2,4 pontos.
Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/pesquisa-diz-que-maioria-dos-idosos-nos-eua-ja-usa-internet

INTERNAUTA NA TERCEIRA IDADE TEM MAIOR RENDA DO QUE A MÉDIA


Perfil traçado pelo Instituto QualiBest mostra que idosos possuem interesse por tecnologia e priorizam qualidade de vida. Homens acessam a rede mais que as mulheres

Os idosos que acessam a internet no Brasil têm renda média de R$ 2.998,00, valor superior à renda média do internauta em geral, de R$ 1.928,00. Entre os gêneros, os homens acima de 60 anos são mais ativos: 52% deles acessam a rede, enquanto no público feminino o índice é de 48%. Com os mais jovens o resultado é inverso, 55% das mulheres acessam a rede, contra 45% dos homens. Os dados são parte de um estudo realizado pelo Instituto QualiBest.

Em sua maioria pertencente à classe A (23%), a terceira idade também diz possuir produtos de valor e bens tecnológicos, como filmadora, computador, conversor digital, TV LCD, plasma ou tela plana, e ter interesse por novos equipamentos como notebooks e smartphones. Outro fator destacado pelo estudo é que 35% dos internautas idosos viajaram três ou mais vezes ao exterior nos últimos dois anos.

Apesar da renda e da qualidade de vida, a pesquisa mostra que 37% dos entrevistados ainda exercem atividades remuneradas. O motivo de trabalharem estaria atrelado a uma possível prudência financeira, somada à facilidade de crédito que possuem no mercado. Esta, inclusive, é uma das razões que faz com que internautas da terceira idade rejeitem o uso de cartões de crédito ou débito.   

Fonte: Mundo do Marketing 2012

TERCEIRA IDADE NA INTERNET


"E-velhice: uma nova realidade virtual". Este é o título de um artigo escrito por Pedro Guasti, Diretor Geral da e-bit, sobre uma realidade que poucos profissionais de Marketing têm noção: a de que a terceira idade e os consumidores mais velhos têm grande participação no consumo, mas são pouco lembrados pelas marcas. Veja a seguir o texto publicado no E-commerce News.

“Quando pensamos em internet, logo temos a imagem de um jovem em frente ao computador navegando em redes sociais, fazendo compras online, pesquisando e, principalmente, alinhado com a tecnologia e suas novas tendências. Essa imagem, no entanto, faz parte de um passado recente da web e já não é totalmente verdadeira.  Faz algum tempo que a internet deixou de ser um canal apenas para os jovens. Tanto é verdade que hoje em dia já é possível imaginar uma pessoa de idade como personagem principal no cenário descrito acima.

Com a evolução digital e o crescente número de informação disponibilizada no ambiente virtual, podemos afirmar que, nos dias de hoje, o idoso já apresenta um comportamento muito mais sociável que a de outras gerações pré-web. De acordo com estudo levantado pela e-bit, 9% dos e-consumidores que afirmaram terem sido influenciados por alguma rede social no momento da compra tinham entre 50 e 64 anos.

Esse número aponta uma crescente tendência em pessoas mais “experientes” conectadas às tão famosas mídias sociais. Um grande fator de influência desse fenômeno pode começar dentro da própria família, já que seus filhos e, principalmente, netos, podem ser presenteados com mimos digitais em alguns sites já consagrados na web, como o Club Penguin, Farmville, além de receber créditos em games online, como no site americano Steam.

As pessoas de mais idade também podem se beneficiar dos meios de comunicação existentes na internet, já que, com o fenômeno das redes sociais, é possível estar mais perto de seus familiares, compartilhando vídeos e fotos, fazendo novas amizades, mesmo que enfrentando problemas de locomoção ou instaladas em clínicas de saúde e hospitais.

Os recentes lançamentos de aparelhos tecnológicos também dão reforço para o público de mais idade ingressar no meio digital. Os famosos Tablets, como o Ipad, são fáceis de usar e possuem ótima usabilidade, operando como computadores em forma de prancheta, sem teclado e com tela sensível ao toque, permitindo aumentar o tamanho das letras e imagens. Com essas vantagens e facilidades, torna-se ainda mais simples o “e-idoso” aderir ao universo virtual.

Já quando o assunto é compras virtuais, os consumidores mais maduros já têm uma forte participação comprovada por números. Segundo dados da e-bit, atualmente 25% dos e-consumidores informam ter mais de 50 anos. Em 2001, esse número era de 10%, o que pode transmitir uma maior confiança desse público em fazer suas compras pela internet, além de não precisarem se locomover ou passar por situações cansativas ou de stress ao saírem de casa para comprarem seus produtos. Esta participação deve continuar crescendo na próxima década, acompanhando a mudança da pirâmide etária brasileira.

Não restam dúvidas que a solidão enfrentada pelas gerações de idosos pré-web pode estar com os dias contados com a chegada da “e-velhice” oriunda da evolução digital. A internet e o comércio virtual passarão por diversas mudanças e novas tendências surgirão aliadas ao poder de comunicação dos usuários em redes sociais e outras ferramentas que ainda serão lançadas. Nesse cenário repleto de expectativas, uma coisa é certa: Os usuários mais velhos estarão a todo pique acompanhando essa corrida. E você, jovem? Acompanha?”

 Postado por Blog da Redação - 17/03/2011
Fonte: Mundo do Marketing

QUAIS SÃO OS HÁBITOS DA TERCEIRA IDADE NA INTERNET?


Marcelo Veiga
(83) 9189-3003
marceloveiga@hotmail.com
Usuários com mais de 60 anos já representam 7% dos internautas do Brasil e costumam passar mais tempo com serviços online como notícias, transações bancárias, e-commerce e pesquisa sobre viagens

São grandes usuários de serviços online e passam, em média, quatro horas e 11 minutos conectados ao mundo virtual aos fins de semana. Pode não parecer, mas estas características representam os hábitos dos internautas da terceira idade no Brasil. Em comparação à quantidade de horas na internet, segundo o QualiBest, estes internautas navegam apenas 40 minutos menos que os jovens e o número de homens conectados é 30% maior do que o de mulheres.

Em 2009, o público sênior representava apenas 5% dos acessos à internet, mas, no fim de 2011, o íncide chegou a 7%, segundo dados da comScore Brasil. A inclusão digital dos idosos, no entanto, está ainda restrita à classe AB. O maior nível de escolaridade tem sido o principal fator para a penetração das redes digitais nas casas dos consumidores seniores, segundo a última edição do estudo “O Painel Brasil Data Sênior”, feito pelo Somatório Pesquisa, em 2011. Apesar de 34% das pessoas da terceira idade terem computador com acesso à internet em casa, apenas 16% estão inseridos no universo da informática.
“O índice de inclusão é maior em domicílios em que os idosos moram com os netos ou filhos que usam o computador, assim eles começam a perceber as possibilidades da rede. Já nos ambientes em que vive apenas um casal nessa faixa etária, o acesso à internet é baixo e eles suprem de outra forma a necessidade de informação e comunicação”, conta Luciana Guerra, Diretora de Marketing do Somatório Pesquisa da Brasil Data Sênior, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Perfil dos internautas após os 60 anos

Os homens são mais ativos do que as mulheres no meio digital neste período da vida. Segundo a pesquisa do QualiBest, o sexo masculino representa 65% dos usuários acima de 60 anos, apesar delas serem maioria no país. No total, o número de idosos no Brasil corresponde a 57% de mulheres e 43% de homens. Elas, por sua vez, são as que mais utilizam as ferramentas de bate-papo, como Skype e MSN, e redes sociais.
“Os meninos, desde jovens, têm uma maior facilidade e proximidade com a tecnologia e isto não muda ao longo do tempo. Se compararmos um homem e uma mulher de 70 anos, a tecnologia para o sexo masculino tem o mesmo sentido que para os mais jovens, já para as mulheres não. Este é um mito que está sendo derrubado entre os mais novos, mas na terceira idade ainda aparece”, afirma Luzia Nicolino, Diretora de Marketing & Inovação do QualiBest, em entrevista ao portal.   
Os serviços, como notícias, bancos, e-mail e sites ligados a viagens, são os mais utilizados pelos consumidores da terceira idade, com 78%, seguidos pelo e-commerce (72%). Os jovens, em contrapartida, acessam estas opções em 68% e 60% dos casos, respectivamente. Atualmente, 25% dos e-consumidores têm mais de 50 anos, segundo dados da e-bit. Há 10 anos, este número era de 10%, o que confirma o aumento da confiança deste público no setor, além da opção dos idosos por não precisarem se locomover ou passar por situações de estresse ao saírem de casa para fazer compras.


Redes Sociais e Jogos

Dos entrevistados, 43% dos idosos alegam usar a internet para jogos. Os games mais procurados, entretanto, são aqueles parecidos com os que sempre estiveram acostumados no mundo offline, como damas, xadrez e pôquer.  
“A cada ano que realizamos a pesquisa, o número de usuários com mais de 60 anos vem aumentando, principalmente entre as mulheres sozinhas. Elas saem mais e mantêm um ciclo social conectado por trocas de MSN e e-mails. Hoje, o idoso tem que utilizar o caixa eletrônico no banco e baixar as fotos da câmera digital para o computador. Cada dia mais, ele está pressionado a lidar com a tecnologia”, declara Luciana.
Existe ainda uma pequena porcentagem (2%) de usuários da terceira idade que utilizam o computador, mas não acessam a web, contudo o relacionamento dos idosos com as redes sociais não difere tanto dos demais internautas. Eles usam a plataforma tanto para conversar quanto para jogar com outras pessoas. Segundo o QualiBest, 71% declaram acessar redes como Facebook, Twitter e Orkut. Já de acordo com o estudo feito pela e-bit, 9% dos consumidores entre 50 e 64 anos afirmam terem sido influenciados por alguma rede social no momento da compra.
“Sabendo que este público está na internet, as empresas deveriam investir em ações que compreendam as suas necessidades, como transações bancárias e compras virtuais. Principalmente a indústria farmacêutica podia prestar mais atenção aos consumidores da terceira idade no meio virtual e oferecer alguns serviços online”, diz Luzia.


Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/comportamento-do-consumidor/23306/quais-sao-os-habitos-da-terceira-idade-na-internet-.html

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing | 27/03/2012
pauta@mundodomarketing.com.br


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IDOSOS PROCURAM CURSOS DE INFORMÁTICA

Os alunos são disciplinados e ficam encantados com o que descobrem. Depois que vencem o primeiro desafio, do contato com a máquina, os idosos podem ir do curso básico para o avançado.